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Eufeme n.º 3 a 3 de Abril de 2017

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A Eufeme n.º 3 está pronta para acender os candeeiros das ruas e das casas dos leitores de poesia e dos poetas. Fica disponível no dia 3 de Abril de 2017. Podemos revelar a capa da Eufeme n.º 3:

Mais um trimestre (Abr/Jun 2017), com 15 poetas e muitos poemas para ler ao longo de 88 páginas. Continua-se a publicar a Eufeme limpa de “ganâncias” comerciais, sem qualquer anúncio ou subsídio. A Eufemevive do leitor de poesia e dos poetas, apenas e só com poesia.
boa poesia a todos e até breve! Sérgio Ninguém

"ausência" de Eduardo Quina

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É lançado no dia 10 de Março, o livro “ausência” de Eduardo Quina. Este é n.º 4 da Colecção dos “Poetas da Eufeme”.




“Ausência” é o terceiro livro de Eduardo Quina; antes havia já publicado “CORPO: LABIRINTOS.” (Licorne Editora) e “SOMBRAS MORTAS ENTRE OS DEDOS” (Apuro Edições), ambos de 2015.

Com 21 poemas nas 36 páginas de “ausência”, que tem como pano de fundo Orpheu, Eduardo Quina escreve temas diversos mas habituais na sua obra; uma busca constante do “eu”; a memória; o vazio; o medo; angústias constantes; etc.

Pode ser encomendado em http://eufeme.weebly.com/contactos.html

boa poesia a todos!
Sérgio Ninguém

"um mosquito no meu braço" de George Swede

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No dia 10 de Fevereiro de 2017 fica disponível o livro "um mosquito no meu braço" de George Swede com tradução de Francisco José Craveiro de Carvalho. Este livro é o n.º 3 da Colecção “Poetas da Eufeme”.




George Swede é pela primeira vez publicado em Portugal (edição bilingue).

Nascido em 1940, George Swede, na cidade de Riga, capital da Letónia, vive hoje em Toronto.

É psicólogo, poeta e escritor para crianças. Entre os poetas que o influenciaram inclui Dylan Thomas, Leonard Cohen e Ezra Pound.

O seu livro mais recente, Helices, foi publicado por Red Moon Press, 2016.

​Quanto ao livro que agora se publica “um mosquito no meu braço” tem 36 páginas, impressos num papel branco reciclado.

Pode ser encomendado em http://eufeme.weebly.com/contactos.html

Até breve e boa poesia!
Sérgio Ninguém

Anne Sexton lê "The Operation"

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Anne Sexton (9 de novembro de 1928 - 4 de outubro de 1974) foi uma poetisa americana, conhecida pelos seus poemas altamente pessoais e confessionais.

Fica aqui um vestígio da sua magnífica poesia, que encontrei na sua própria voz:


THE OPERATION

1. After the sweet promise, the summer’s mild retreat from mother’s cancer, the winter months of her death, I come to this white office, its sterile sheet, its hard tablet, its stirrups, to hold my breath while I, who must, allow the glove its oily rape, to hear the almost mighty doctor over me equate my ills with hers and decide to operate.
It grew in her as simply as a child would grow, as simply as she housed me once, fat and female. Always my most gentle house before that embryo of evil spread in her shelter and she grew frail. Frail, we say, remembering fear, that face we wear in the room of the special smells of dying, fear where the snoring mouth gapes and is not dear.
There was snow everywhere. Each day I grueled through its sloppy peak, its blue-struck days,…

"OUTONO" de Aram Saroyan é novo livro da colecção "Poetas da Eufeme"

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No dia 13 de Janeiro de 2017 ficará disponível o livro "outono" de Aram Saroyan com tradução de Francisco José Craveiro de Carvalho. Este livro é o n.º 2 da Colecção ”Poetas da Eufeme”.

Aram Saroyan é pela primeira vez publicado em português (edição bilingue) em livro. Alguns dos poemas agora publicados, e outros, surgiram em Eufeme n.º 2, triplov e fanzine + (&) x. Neste livro podemos explorar melhor a sua escrita numa edição bilingue e única.

Nascido em 1943, Aram Saroyan é um poeta americano que tem também dispersado a sua actividade por outras áreas: Romancista, biógrafo, dramaturgo…
Da sua obra poética sobressai o volume “Complete minimal poems”, onde surgem o famoso m com quatro pernas, considerado pelo Guinness Book of Records como o poema mais pequeno do mundo, e o poema lighght, de que uma tradução possível seria luzezes.

Quando ao livro “outono” tem 44 páginas, impressos num papel branco reciclado.
Pode ser encomendado em http://eufeme.weebly.com/contactos.html

Até b…

Eufeme n.º 2

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Em Janeiro chega mais um número da Eufeme o n.º 2 (Jan/Mar 2017).



Esta Eufeme n.º 2 conta 98 páginas e com a participação dos poetas: 

Amadeu Baptista; Aram Saroyan (trad. de Francisco José Craveiro de Carvalho); Eduardo Bettencourt Pinto; Eduardo Quina; Filipa Leal; Francisco Cardo; João Rasteiro; Jorge Batista de Figueiredo; José Carlos Costa Marques; Luís Quintais; Miguel-Manso; Nuno Dempster; Pedro Jubilot; Rafael Courtoisie (trad. de Francisco José Craveiro de Carvalho); Rosa Alice Branco; Rui Tinoco; Sandra Costa.


Dezassete poetas e muitos poemas para o trimestre Janeiro/Março de 2017.
Mais informações em: Eufeme.
boa poesia a todos! Sérgio Ninguém

Florbela Espanca

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Florbela Espanca, nasceu em Vila Viçosa a 8 de dezembro de 1894. Morreu em Matosinhos a 8 de dezembro de 1930.

Florbela Espanca (https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Espanca_Florbela.jpg)

Nostalgia
Nesse País de lenda, que me encanta, Ficaram meus brocados, que despi, E as jóias que plas aias reparti Como outras rosas de Rainha Santa!
Tanta opala que eu tinha! Tanta, tanta! Foi por lá que as semeei e que as perdi... Mostrem-se esse País onde eu nasci! Mostrem-me o Reino de que eu sou Infanta!
Ó meu País de sonho e de ansiedade, Não sei se esta quimera que me assombra, É feita de mentira ou de verdade!
Quero voltar! Não sei por onde vim... Ah! Não ser mais que a sombra duma sombra Por entre tanta sombra igual a mim!
Florbela Espanca